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Para implementação desse projeto, no qual foi investido US$ 1 milhão, o Grupo encomendou diversos e apurados estudos, além de adquirir equipamentos nacionais e construir novas instalações, especialmente para essa finalidade.
O resultado desse trabalho, que gerou aumento na absorção de mão-de-obra, é a comercialização da lama retida no final do processo de fabricação do sulfato de alumínio, transformada em insumo para industrialização de produtos cerâmicos.
Os resíduos são neutralizados e, em seguida, passam por um processo de filtração por meio de equipamento adequado. O material filtrado retorna ao processo produtivo de sulfato de alumínio e a torta adquire a forma de massa silicosa seca e neutralizada.
Finalizada a operação, ela é destinada à indústria cerâmica, para fabricação de tijolos e telhas, proporcionando o aumento da resistência mecânica desses produtos, de acordo com a Norma Brasileira (NBR) 10004, sem que quaisquer metais sejam lixiviados, possibilitando, dessa maneira, a reinserção da massa silicosa à cadeia produtiva de elementos cerâmicos.
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